terça-feira, 19 de setembro de 2017

VIVÊNCIAS NO PRÉ III Prof.ª Cristina Momoli: BRINCADEIRA CABO DE GUERRA 2

VIVÊNCIAS NO PRÉ III Prof.ª Cristina Momoli: BRINCADEIRA CABO DE GUERRA 2

BRINCADEIRA CABO DE GUERRA 2

Relato da experiência anterior.
- Em meio ao que eu tinha programado para o dia percebi um movimento de crianças engajadas, já se organizando no intuito de mudar a direção das brincadeiras. Tudo acontece muito rápido em se tratando de ideias. Elas simplesmente surgem e sempre que isso acontece eu valorizo muito e aproveito a oportunidade de explorar ao máximo dentro das minhas possibilidades de conhecimento. 

- Tempos atrás já tinha tentado desenvolver a mesma brincadeira e não tinha dado certo devido a questões de regras, organização e limites que é tão difícil de ser seguidas nesta faixa etária, até 7 anos de idade aproximadamente.

- Percebi que no grupo havia alguém que se destacava no discurso tentando organizar a brincadeira. Organização nada fácil de acontecer. Enfim decidiram, os meninos contra as meninas. O resultado foi favorável às meninas porque estavam em número maior do que os meninos. Logo que o líder do grupo percebeu a causa do resultado negativo quis fazer outro arranjo e disse: 
- Agora só vai brincar quem eu escolher. Escolheu as menores e em número menor. - Então neste momento entrei na conversa e disse: - Assim não é justo, porque vocês são todos grandes e escolheu as meninas menores e ainda estão em número maior. Enfim não houve um consenso e fim da brincadeira. Mas os meninos têm mais dificuldades de aceitar uma derrota e ficaram cabisbaixos, por isso, resolvi dar sequência e explorar um pouco mais a brincadeira. Não pretendo incentivar a competição e sim levá-los a pensar sobre a brincadeira, a elaborar estratégias de acordo com as regras da brincadeira vivenciando-a de maneira significativa.
- No dia seguinte propus que fizessem desenho da brincadeira Cabo de guerra sem discutir as regras. Resultado: 
- Alguns meninos desenharam mais meninos do que meninas;
- Outros desenharam um contra um; dois contra dois e enfim;
- Algumas meninas também desenharam mais meninas do que meninos.

 Diante do resultado vou montar um painel com os desenhos e expor numa roda de conversa. Na qual discutiremos a importância das regras na brincadeira. 
 Após a discussão iremos ao parque brincar novamente de cabo de guerra.

Aos leitores desta postagem:

Adoraria receber sua sugestão sobre o contexto desta atividade. Faria alguma coisa a mais ou diferente?

Professora: Cristina Momoli




segunda-feira, 18 de setembro de 2017

VIVÊNCIAS NO PRÉ III Prof.ª Cristina Momoli: BRINCADEIRA CABO DE GUERRA

VIVÊNCIAS NO PRÉ III Prof.ª Cristina Momoli: BRINCADEIRA CABO DE GUERRA

BRINCADEIRA CABO DE GUERRA

- Aprender a perder, ganhar ou empatar.
Como é difícil perder! todo mundo quer ganhar, as vezes dá para empatar. Mas hoje não deu empate e as meninas deram uma canseira nos meninos. 


 Mas eles se esforçaram.




O jogo cabo de guerra faz com que as crianças tenham  que pensar sobre o número de participantes, na igualdade de força, divisão de equipes e noção de limite. Além disso, é uma brincadeira que auxilia os alunos a desenvolver uma atividade  que exige o esforço coletivo, sendo uma boa oportunidade para ampliar relações interpessoais.(SMOLE; DINIZ; CÂNDIDO, 2003, p. 55).

Professora: Cristina Momoli

FUMAÇA?